Dibradoras

A volta do futebol feminino

Episode Summary

Neste episódio, Angélica Souza, Renata Mendonça e Roberta Nina falaram, no giro de notícias, sobre a descrença do povo japonês para a realização dos Jogos Olímpicos em 2021, o primeiro lugar no ranking conquistado pela boxeadora Bia Ferreira e a criação do time feminino do Real Madrid (aleluia!). Com a definição das sedes do Mundial de 2023, as dibradoras destacaram também os pontos positivos e impulsionadores para o desenvolvimento do futebol feminino na Austrália e Nova Zelândia. Em destaque, o trio abordou a volta do futebol feminino previsto para agosto e debateu se é realmente necessário expor jogadores e comissões técnicas em meio a uma pandemia que não tem dado sinais de controle. As dibras destacaram também os dados do Dossiê Mulher, feito a partir de registros de ocorrência de todas as delegacias cariocas, que revelam que o período após horário nobre do futebol (domingo à noite), é o recordista de violência doméstica no Rio de Janeiro. Ou seja, o retorno do futebol, não impede que os homens violentem as mulheres como andaram dizendo por aí.

Episode Notes

Neste episódio, Angélica Souza, Renata Mendonça e Roberta Nina falaram, no giro de notícias, sobre a descrença do povo japonês para a realização dos Jogos Olímpicos em 2021, o primeiro lugar no ranking conquistado pela boxeadora Bia Ferreira e a criação do time feminino do Real Madrid (aleluia!). 

Com a definição das sedes do Mundial de 2023, as dibradoras destacaram também os pontos positivos e impulsionadores para o desenvolvimento do futebol feminino na Austrália e Nova Zelândia. 

Em destaque, o trio abordou a volta do futebol feminino previsto para agosto e debateu se é realmente necessário expor jogadores e comissões técnicas em meio a uma pandemia que não tem dado sinais de controle.

As dibras destacaram também os dados do Dossiê Mulher, feito a partir de registros de ocorrência de todas as delegacias cariocas, que revelam que o período após horário nobre do futebol (domingo à noite), é o recordista de violência doméstica no Rio de Janeiro.  Ou seja, o retorno do futebol, não impede que os homens violentem as mulheres como andaram dizendo por aí.

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